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Verbetes A

ADALBERTO VIEIRA DANTAS
Nasceu em 14 de fevereiro de 1900, em Maruim/SE, filho de Francisco Correa Dantas Filho e Dona Antonia Rosa Vieira de Melo. Formou-se inicialmente em farmácia pela Faculdade de Medicina da Bahia em dezembro de 1925 e em medicina, na mesma faculdade, em 28 de janeiro de 1938. Recebeu homenagem da Associação Médica Brasileira e da Sociedade Médica de Sergipe com o título de Sócio Jubilado em 1987. Faleceu em 31 de dezembro de 1996, em Aracaju-SE, com 96 anos. Sepultado no Cemitério Santa Isabel, Aju-SE.

ADELAIDO RIBEIRO nasceu em 23 de setembro de 1904, em Estância/SE, filho de Domingos Alves Ribeiro e Arabela Cotias d’Assunção Ribeiro. Formou-se pela Faculdade de Medicina da Bahia em 1926, defendendo a tese “À margem da hysterectomia vaginal”. Fundou e dirigiu o Instituto de Radiologia da Bahia. Dirigiu o serviço de Radiologia do Hospital Espanhol e do Hospital Santa Isabel bem como a Liga Baiana contra a Mortalidade Infantil. Foi professor da Escola Baiana de Medicina, livre-docente da Faculdade de Medicina da Bahia e da Escola de Ciências Médicas do Rio de Janeiro. Foi Secretário de Saúde e Assistência Social da Bahia de abril de 1964 a janeiro de 1966, no governo de Lomanto Júnior. Faleceu no Rio de Janeiro em 31 de janeiro de 1966.

ADELMAR REIS
Nasceu em 12 de maio de 1927, em Colinas/MA, filho de Jayme Reis e Elodie Reis. Formou-se pela Faculdade de Medicina da Bahia em 1954. Especializou-se em cirurgia geral e também em ginecologia e obstetrícia. Atuou nas cidades de Salvador, no Hospital dos Industriários Manoel Vitorino e em Itabuna, na unidade do SESP. Seguiu carreira militar com aperfeiçoamento na área de paraquedismo, medicina do esporte e medicina aerotransportada. Atuou no Rio de Janeiro, no Hospital Central do Exército. Chefe da Junta Militar de Saúde do 28º Batalhão de Caçadores, Chefe do Banco de Sangue do Hospital Santa Isabel e plantonista da Maternidade João Firpo, do mesmo hospital. Chefiou a Perícia Médica do ex-INPS e atuou no Instituto de Previdência do Estado de Sergipe. Reside atualmente em Itaporanga d'Ajuda/SE onde continua fazendo atendimentos à população carente do município.

ADEL DA SILVA NUNES
Nasceu em 6 de janeiro de 1909, em Novo Mundo/BA, filho de Manoel Inácio Nunes e Maria Madalena Silva Nunes. Formou-se pela Faculdade de Medicina da Bahia em 1933. Clinicou em Lençóis/BA e em seguida transferiu-se para Sergipe, onde atuou em Salgado e Boquim, depois em Aracaju. Foi um dos fundadores da Sociedade Médica de Sergipe em 1937. Atuou como clínico geral e pediatra, montando consultório na rua João Pessoa. Foi médico do Hospital de Cirurgia, da LBA e do Serviço de Higiene Infantil do Departamento de Saúde Pública de Sergipe. É nome de avenida no Conjunto Augusto Franco, além de denominar uma Unidade Municipal de Saúde, no Bairro América, ambas em Aracaju. Faleceu em 23 de março de 1972, em Aju-SE, com 63 anos.

ADÉRICO FERREIRA CALDAS
Nasceu em 17 de fevereiro de 1923, em Salvador/BA, filho de Fernando Ferreira Caldas e Elsina de Farias Caldas. Formou-se pela Faculdade de Medicina da Bahia em 14 de dezembro de 1950. Sanitarista, atuou em vários municípios de Sergipe, detendo-se mais na cidade de Propriá, pela Fundação SESP. Em 1995, foi homenageado pela Associação Médica Brasileira e Sociedade Médica de Sergipe com o título de Sócio Jubilado. Faleceu em 8 de maio de 1996, com 73 anos.

ADHERBAL DE FIGUEIREDO
Nasceu em 18 de dezembro de 1898, em Aquidabã/SE, filho de Francisco Xavier de Figueiredo e Clara Angélica de Figueiredo. Formou-se pela Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro em 1922, onde defendeu a tese “Estudo clínico da insuficiência pulmonar”. Trabalhou em Propriá/SE em 1923, no Posto Oswaldo Cruz, transferindo-se para Caicó/RN em 1924. Colaborou para o “Diário da Manhã” /SE e “Seridoense” /RN. Trabalhou na Comissão de Saneamento Rural do Rio Grande do Norte. Faleceu em 26 de agosto de 1944, em Natal/RN, com 45 anos.

ADOLFO BARBOSA GÓES
Nasceu em 27 de setembro de 1912, em Frei Paulo/SE, filho de Germino José de Góis e Antônio Glicéria Leal (Donantônia). Formou-se pela Faculdade de Medicina da Bahia em 1935. Após a formatura, transferiu-se para Londrina/PR, onde atuou como clínico geral. Em 1941, fundou o Hospital de emergência da cidade, ao lado dos colegas Anísio Figueiredo, Gabriel Martins, sendo seu diretor até 1944. Pertenceu ao corpo clínico da Santa Casa durante 25 anos ininterrutos, sendo seu diretor nos anos de 1947 e 1948. Em 1953, inaugurou a Casa de Saúde São Leopoldo, da qual foi presidente por muitos anos. A partir de 1954 passou a atuar como cardiologista - o primeiro da região, após curso de especialização no Instituto Dante Pazzanese, em São Paulo. Fundador da Associação Médica de Londrina, tendo sido seu primeiro presidente e novamente presidente por ocasião do jubileu de prata da entidade em 1965. Foi membro da Comissão de Defesa Profissional da Associação Médica do Paraná, sendo seu vice-presidente nos anos de 1966 e 1967. Recebeu da Câmara Municipal de Londrina o título de Cidadão Honorário da cidade. Fundou o Instituto de Cardiologia de Londrina, onde atuou ao lado do filho Ernani, também médico. Fundou o Centro Norte Paranaense de Pesquisas Médicas, antecessor do Instituto de Câncer de Londrina. Escreveu a autobiografia "Dr.Góis - A saga de um nordestino".

ADOLFO RABELO LEITE
Nasceu em 29 de fevereiro de 1880, no engenho Recurso, município de Riachuelo/SE, filho de Cândido Rabelo Leite e D. Francisca de Melo Leite. Matriculou-se no curso de farmácia da Faculdade da Bahia passando em 1898 a estudar conjuntamente o de Medicina, formando-se no primeiro curso em 1899. Esgotando-lhe os necessários recursos, interrompeu em 1902 o curso de Medicina, para atuar na área de farmácia na cidade do Juazeiro, onde permaneceu até 1903. No fim de 1904 fez exames isolados das matérias que faltavam, recebendo o grau de doutor na mesma Faculdade a 14 de dezembro do ano seguinte, defendendo a tese "Relação entre a matéria e os fenômenos espíritas". No exercício da profissão, especializou-se em clínica obstétrica, seguindo para Alagoinhas/BA, sendo nomeado delegado de higiene da cidade, onde prestou gratuitamente relevantes serviços à população da referida localidade por ocasião da peste bubônica. Em Itabuna/BA, exerceu as funções de médico do município, delegado de higiene, adjunto do promotor público da comarca e intendente municipal nos anos de 1918 a 1919. Nomeado pelo governo federal Delegado do Recenseamento Geral da República nos municípios de Caitité, Caculé, Condeúba, Jacareci e Urandé, todos na Bahia. Colaborou nos jornais: "O Povo", de Laranjeiras/SE, "Correio de Juazeiro, da cidade de Juazeiro/BA, "Correio de Alagoinhas", de Alagoinhas/Ba, "O Itabunense" e "A Época", ambos da cidade de Itabuna/BA.

AFFONSO HENRIQUES DE AZEVEDO
Nasceu em 2 de setembro de 1865, em Aracaju/SE, filho de Domingos da Silva Azevedo e Maria Isabel Mondim de Azevedo. Formou-se pela Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, em 29 de setembro de 1888, defendendo a tese "Das boubas, sua natureza e tratamento". Especializou-se em homeopatia, atuando em São João d'El Rey/MG e em Limeira /SP. Fundou o Dispensário Homeopático de São Paulo, que passou a denominar-se depois "Dr. Joaquim Murtinho". Colaborou para os jornais "Pátria Mineira", de São João d'El Rey/MG e o "Jornal do Commércio”/RJ. Sócio do Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo, sócio-titular da Sociedade de Medicina e Cirurgia do mesmo estado e sócio-correspondente do Instituto Hahnemaniano. Alguns escritos: "Hygiene Pública", "Hygiene do estomago", "A tuberculina e a tuberculose dos Bovídeos: estudo". Faleceu em 23 de maio de 1920, em São Paulo/SP, com 55 anos.

AFFONSO PIRES RAMOS
Nasceu em 13 de julho de 1860, em Aracaju/SE, filho de Ângelo Pires Ramos e Josephina Pires Ramos. Formou-se pela Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro em 15 de julho de 1882, defendendo a tese "Cancro do estômago". Atuou como clínico-geral. Foi diretor do Museu da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro em 1888 e membro titular da Academia Nacional de Medicina (1898). Faleceu em 21 de abril de 1899, no Rio de Janeiro-RJ, com 38 anos.


AGRIPINO RIBEIRO PONTES
Nasceu em 27 de abril de 1850, em Sergipe. Filho de Ana Joaquina de São José. Formou-se pela Faculdade de Medicina da Bahia em 1874, defendendo a tese “Histologia dos rins e suas alterações mórbidas na albuminúria e na doença de Bright”. Ingressou no serviço de saúde do Exército em 1875, atuando em Itabaianinha-SE no combate à varíola, sendo nomeado para o Rio Grande do Sul onde permaneceu até 1891, transferindo-se por nomeação para o Amazonas (1891), Espírito Santo (1892) e Ceará (1895), neste como chefe do serviço sanitário. Em 1897 participou da Campanha de Canudos, no interior da Bahia. A partir de 1898 seguiu para Cuiabá/MS e no mesmo ano foi transferido para Santa Catarina, onde permaneceu até 1903, seguindo para Curitiba/PR onde permaneceu até 1905. Em função de doença, foi transferido para Salvador/BA e em 1906 reformou-se no posto de tenente-coronel, compulsoriamente.

AÍRTON DE MENDONÇA TELES
Nasceu em 7 de outubro de 1924, em Itabaiana/SE, filho do líder político Manoel Francisco Teles e Maria de Mendonça Teles. Formou-se pela Faculdade de Medicina da Bahia em 1947. Foi deputado estadual de 1951 a 1954 e suplente de deputado federal de 1955 a 1959, assumindo o cargo no lugar de José Conde Sobral, morto em acidente. Médico do Hospital de Cirurgia. Foi casado com Aída Leite Teles, filha do senador Júlio Leite. Faleceu em 25 de junho de 1960, com 35 anos de idade, em desastre aéreo no estado da Guanabara, sendo sepultado em Itabaiana/SE.

AÍRTON TELES BARRETO
Nasceu em 12 de agosto de 1924, em Japaratuba/SE, filho de Antonio Teles do Bomfim e Anália Barreto Teles. Formou-se pela Faculdade de Medicina da Universidade de Recife em 8 de dezembro de 1951. Especializou-se em pneumologia, tisiologia e radiologia. Após a graduação, fez cursos de especialização em farmacologia e psicoterapia. Foi interno do Sanatório Octavio de Freitas e do Hospital Osvaldo Cruz, em Recife. Atuou no IAPC e IAPI como tisiólogo. Foi membro suplente da diretoria provisória do Conselho Regional de Medicina de 1959 a 1963 e conselheiro efetivo nos anos de 1973 a 1974. Participou de diretorias da Sociedade Médica de Sergipe. Atuou como membro do Conselho Técnico da Escola de Serviço Social. Participou do grupo fundador da Faculdade de Medicina de Sergipe, na cátedra de pneumologia e tisiologia. Foi membro da Academia Sergipana de Letras. Patrono da cadeira de número um da Academia Sergipana de Medicina. É patrono da Academia Maçônica de Sergipe desde 1997. Poeta e escritor publicou o livro "Lágrimas" (1958), entre outros. Faleceu em 23 de janeiro de 1980, com 55 anos. Sepultado no Cemitério Santa Isabel, Aju-SE.

ALBANO DE MELLO PRADO
Nasceu em 10 de setembro de 1896, em Siriri/SE, filho de João Gomes do Prado e Maria Rosa de Mello Prado. Formou-se pela Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, em 29 de dezembro de 1920, defendendo a tese "Da profilaxia da sífilis no aleitamento". Atuou como clínico-geral em São João da Boa Vista/SP. Colaborou para a revista "Renascença", quando acadêmico na Bahia.

ALBANO DO PRADO PIMENTEL FRANCO JÚNIOR
Nasceu em 16 de agosto de 1880, em Laranjeiras/SE, filho de Albano do Prado Pimentel Franco e Maria Rosa Franco. Formou-se inicialmente em farmácia, em 4 de dezembro de 1900 e depois em medicina, também em Salvador, em 12 de dezembro de 1903, defendendo a tese “Dermopatias gonocóccicas”. Trabalhou como clínico-geral em Sergipe nas cidades de Divina Pastora, Simão Dias e Aracaju. Foi deputado estadual na legislatura 1912-1913 e proprietário da Farmácia Popular, localizada na Rua Laranjeiras, em Aracaju-SE. Faleceu em 12 de outubro de 1932, em Aju-SE, aos 52 anos. Sepultado no Cemitério Santa Isabel, Aju-SE, com o nome Albano do Prado Franco.

ALBERTO CAMPOS CONCEIÇÃO
Nasceu em 20 de janeiro de 1917 em Maruim/SE, filho de Francisco Assis Conceição e Alice Campos Conceição. Formou-se pela Faculdade de Medicina da Bahia em 13 de dezembro de 1941. Faleceu em 11 de março de 1995, em Aracaju-SE, com 78 anos.

ALBINO FIGUEIREDO MELO
Nasceu em 18 de maio de 1932, em Nossa Senhora das Dores/SE, filho de Valdeck Figueiredo Melo e Castorina Figueiredo Melo. Formou-se pela Escola Baiana de Medicina e Saúde Pública, em 3 de dezembro de 1958. Em 1959, transferiu-se para Aracaju, atuando como médico obstetra na Maternidade Francino Melo, atendendo convite do Dr. Hugo Gurgel. Em 1961, passou a atuar também na Maternidade João Firpo, do Hospital Santa Isabel. Nesse mesmo ano ingressou no antigo IAPETEC. De 1965 até 1998 foi professor de clínica ginecológica na Faculdade de Medicina de Sergipe. Dirigiu o Pronto-Socorro do Hospital de Cirurgia. Membro da World Association for Gynecological Câncer Prevention a partir de 1965 e do Internacional College of Surgeons a partir de 1980. Faleceu em 28 de outubro de 2005, em Aracaju-SE, com 73 anos. Sepultado no Cemitério Santa Isabel, Aju-SE.

ALCEBÍADES CORREIA PAES
Nasceu em 10 de junho de 1883, em Palmeira dos Índios/AL, filho do Cel.José Correia Paes e Germana Hermelinda Paes. Formou-se pela Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro em 1906, defendendo a tese “O cigarro: sua influência sobre o Sistema Nervoso”. Atendia em sua residência à rua Arauá, em Aracaju e foi presidente do Clube Esportivo Sergipe. Atuou no Serviço de Verificação de Óbitos - SVO. Faleceu em 20 de julho de 1927, em Aracaju-SE, com 44 anos.

ALCIDES ALVES DA SILVA PEREIRA
Nasceu em 8 de setembro de 1903, em Alagoinhas/BA, filho de Asclepíades Alves da Silva Pereira e Maria Devay Pereira. Formou-se pela Faculdade de Medicina da Bahia em 29 de dezembro de 1926. Atuou na especialidade de obstetrícia na cidade de Maruim/SE e exerceu as funções de médico chefe do 8º Distrito Sanitário da mesma cidade. Faleceu em 13 de abril de 1965, em Aracaju-SE, com 61 anos. Sepultado no Cemitério Santa Isabel, Aju-SE.

ALCIDES BRASIL DE OLIVEIRA GÓES
Nasceu em 30 de março de 1876, em Espírito Santo, hoje Indiaroba/SE, filho de Manuel Brasil de Oliveira Góes e Francisca Machado de Góes. Formou-se pela Faculdade de Medicina da Bahia em dezembro de 1899, defendendo a tese “Da oftalmia purulenta nos recém-nascidos”. Depois de formado, acompanhando o ciclo da borracha, migrou para o estado do Pará, clinicando na cidade de Belém. Foi diretor do Serviço Sanitário desta cidade. Faleceu em 7 de abril de 1921, em Belém/PA, com 55 anos.

ALDO ALVES SERRA
Nasceu em 27 de junho de 1961, em Piraju/SP, filho de Edmundo Leite Serra e Balbina Alves Serra. Formou-se pela Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Federal de Sergipe em 15 de outubro de 1994. Atuou como clínico geral na cidade de Estância, no Hospital Amparo de Maria. Foi conselheiro suplente do Cremese em 1998. Faleceu em 26 de abril de 2006, em Aracaju/SE, com 44 anos.

ALENCAR MOTA
Nasceu em 17 de abril de 1894, em Murituba-BA, filho de Sabino Santiago da Mota e Etelvina Dantas Mota. Formou-se pela Faculdade de Medicina da Bahia em 1918. Após a formatura, transferiu residência para Aracaju onde instalou consultório, atendendo na especialidade de dermatologia. Atuou como médico da Secretaria de Saúde e do Colégio Estadual Atheneu Sergipense. Faleceu em 10 de fevereiro de 1981, em Aracaju-SE, com 96 anos. Sepultado no Cemitério Santa Isabel, Aju-SE.

ALEXANDRE DE OLIVEIRA FREIRE
Nasceu em 14 de dezembro de 1854, no Engenho Carvão, em Divina Pastora/SE, filho de Alexandre Freire do Prado e Maria Etelvina de Oliveira. Formou-se pela Faculdade de Medicina da Bahia em 15 de dezembro de 1883, defendendo a tese “Hidroterapia”. Trabalhou como clínico-geral nas cidades sergipanas de Divina Pastora, Nossa Senhora das Dores e, finalmente, em Aracaju. Foi médico da municipalidade em Aracaju a partir de fevereiro de 1915 e deputado estadual no biênio 1896/1897. Intendente Municipal de Nossa Senhora das Dores no biênio 1912/1913. Foi também Intendente (Prefeito) de Aracaju no triênio 1915/1918. Faleceu em 19 de maio de 1932, em Aju-SE, com 78 anos.

ALFREDO THEODORO CORDEIRO GUARANÁ
Nasceu em 10 de maio de 1853, em São Cristóvão/SE, filho de Theodoro Cordeiro Guaraná e Andrelina Muniz de Menezes Guaraná. Formou-se pela Faculdade de Medicina da Bahia em 18 de dezembro de 1886, defendendo a tese “Da albuminúria e sua importância para o diagnóstico”. Exerceu a clínica-geral, inicialmente em Itaporanga/SE, transferindo-se depois para São Paulo, atuando nas cidades de São Carlos e Itatiba. Depois fixou residência na capital paulista, exercendo o cargo de Inspetor Sanitário. Foi médico interino do Hospício de Alienados de Juqueri. Colaborou para o “Cruzeirense” (Cruzeiro/SP), “A Opinião” (Pirassununga/SP) e “Correio do Descalvado” (Descalvado/SP). Alguns escritos: “Às mães de família. Clínica infantil”, “Os perigos do álcool”.

ALÍPIO CARDOSO FONTES DE MENEZES
Nasceu em 17 de julho de 1859, em Santa Luzia do Itanhy/SE, filho de Libanio Cardoso de Menezes Barretto e Lydia Fontes de Menezes. Formou-se pela Faculdade de Medicina da Bahia em 16 de dezembro de 1882, defendendo a tese “Eletroterapia”. Trabalhou como clínico-geral em Estância/SE, em seu pouco tempo de vida. Faleceu em 27 de maio de 1887, em Estância/SE, com 28 anos. Sepultado no Cemitério Nossa Senhora da Piedade, Estância-SE.

ALMIR PIRES DE CARVALHO E ALBUQUERQUE 
Nasceu em 5 de dezembro de  1929, em Salvador/BA, filho de Emílio Pires de Carvalho e Albuquerque e Cândida Julieta de Souza Pires e Albuquerque. Formou-se pela Faculdade de Medicina da Bahia em 7 de dezembro de 1955. Médico sanitarista, após a formatura transferiu-se para Sergipe, onde atuou nas cidades de Propriá, Capela e Carmópolis. Pertenceu à Fundação SESP.

ALOYSIO PEREIRA MELLO – nasceu em 6 de julho de 1908, em Maruim/SE, filho de Ernesto de França Melo e Adélia Pereira de Melo.  Irmão do desembargador Luiz Pereira de Melo. Formou-se pela Faculdade de Medicina da Bahia em 1934. Foi médico em  Neópolis e Aracaju-SE. Atuou na Legião Brasileira de Assistência - LBA, Departamento de Saúde do Estado, na Superintendência de Desenvolvimento da  Pesca - Sudepe, na Junta Médica Estadual e Federal. Foi secretário interino da Secretaria de Saúde no governo de Lourival Batista. Faleceu em 23 de novembro de 2000, em Salvador/BA, com 92 anos.

ALOYSIO COUTINHO NEVES
Nasceu em 1º de dezembro de 1907, em Salvador/BA, filho de Franquilino Pereira das Neves e Ana Barradas das Neves. Formou-se pela Faculdade de Medicina da Bahia em 1º de janeiro de 1934. Foi médico legista, dirigindo o Instituto Medico Legal e de Identificação de Sergipe. Substituiu o Dr. Carlos de Morais Menezes na direção do Instituto. Faleceu em 30 de janeiro de 1973, com 65 anos.

ÁLVARO DE AZEVEDO SANTANA
Nasceu em 19 de fevereiro de 1917, em Capela/SE, filho de Luiz José de Santana e Otília Azevedo Santana. Influenciado pelo seu padrinho de batismo, Dr.Juliano Simões, resolveu seguir a carreira médica, deslocando-se então para Salvador em 1936. Formou-se pela Faculdade de Medicina da Bahia em 13 de dezembro de 1941. Especializou-se em oftalmologia. Atuou no Hospital Santa Isabel e em consultório privado. Sócio Jubilado da Associação Médica Brasileira em 1989 e Sócio Benemérito da Sociedade Médica de Sergipe em 1991, por ocasião do seu cinqüentenário de formatura. Membro fundador da Academia Sergipana de Medicina. Faleceu em 12 de abril de 1995, em Aracaju/SE, com 78 anos. Sepultado no Cemitério Santa Isabel, Aju-SE.

ÁLVARO DE OLIVEIRA RIBEIRO
Nasceu em 19 de novembro de 1864, em Laranjeiras/SE, filho de Domingos de Oliveira Ribeiro e Helena de Freitas Oliveira Ribeiro e irmão do Desembargador Homero de Oliveira. Formou-se pela Faculdade de Medicina da Bahia em 10 de dezembro de 1887, defendendo a tese “Classificação das úlceras”. Trabalhou por quatro anos em Laranjeiras/SE, depois transferiu-se para Aracaju/SE, radicando-se finalmente em Santos/SP, a partir de 1892. Desportista, foi vice-presidente do Santos Futebol Clube. Faleceu em 20 de agosto de 1916, em Santos/SP, com 52 anos.

ÁLVARO TELLES DE MENEZES
Nasceu em 1º de fevereiro de 1851, em Estância/SE, filho do major Florentino Telles de Menezes e Leonor Bernardina Xavier de Menezes e irmão de Florentino e João Telles de Menezes, ambos médicos. Formou-se pela Faculdade de Medicina da Bahia, inicialmente em farmácia em 20 de dezembro de 1870 e depois em medicina, em 14 de dezembro de 1881, defendendo a tese “Considerações sobre a eclâmpsia puerperal e seu tratamento”. Reformou-se no Exército como major-médico em 1907. Fez parte da expedição de Canudos/BA, em 1897. Foi médico da Intendência Municipal de Aracaju entre 1915 e 1920. Deputado estadual de 1902 a 1907. Membro da Cruz dos Militares de Pernambuco, sócio-correspondente do Instituto Histórico e Geográfico de Minas Gerais, foi um dos fundadores do Instituto Histórico e Geográfico de Sergipe. Participou ativamente do combate a epidemia de varíola que assolou Aracaju em 1888. Escreveu: “Páginas d’alma” (poesias), “Phedro: drama em três atos”, “O Estudante: comédia em um ato”. Foi também músico e autor de várias composições. Fotógrafo. Faleceu em 6 de junho de 1935, em Aracaju/SE, com 85 anos. Sepultado no Cemitério Santa Isabel, Aju/SE.

AMANDIO ALMEIDA
Nasceu em 16 de abril de 1925, em Lagarto/SE. Aos vinte anos, ingressou na Aeronáutica onde permaneceu até ser reformado. Formou-se pela Faculdade de Medicina do Rio Grande do Norte em 31 de outubro de 1961 e atuou no Hospital da Aeronáutica do Rio de Janeiro. Estagiou no Instituto de Isolamento Francisco de Castro e no Instituto de Puericultura da Universidade do Brasil, ambas no Rio de Janeiro. Especializou-se em pediatra. Em Recife, atuou como estagiário na Maternidade de Afogados e no Centro de Reidratação de Afogados. Em Natal trabalhou como voluntário no Albergue Noturno Bezerra de Menezes. Retornando a sua cidade natal, atuou na Creche Municipal Maria Pureza, no Asilo de Velhos Santo Antônio, na Maternidade Zacarias Júnior e no Hospital Nossa Senhora da Conceição. Escreveu o livro “Veneno para matar a desonestidade brasileira”. Atualmente reside em Aracaju.

ANITA GUIOMAR FRANCO TEIXEIRA
Nasceu em 7 de outubro de 1925 em Laranjeiras/SE, filha de João Gonçalves Franco e Guiomar de Faro Franco. Formou-se pela Faculdade de Medicina da Bahia em 1949. Estagiou no Hospital das Clínicas da USP (Prof. Ulhoa Cintra) e em Ribeirão Preto ( Prof. Hélio Lourenço de Oliveira). Da mesma forma que o ilustre professor Bernardo Leo Wajchenberg, um dos ícones da endocrinologia mundial, fez especialização nos Estados Unidos com o Prof. Stephan Fajans. Voltando à Bahia, implantou a endocrinologia local, tornando-a sistemática. Atuou na 1ª Clínica Médica do Hospital das Clínicas, hoje Hospital Universitário Prof. Edgar Santos (HUPES), quando o titular da cadeira era o Prof. Adriano Pondé. Sua tese de doutoramento, de 1956, sobre a Síndrome de Sheehan, tornou-se fonte de referência para o assunto, no Brasil. Fundou em 1965 a regional baiana da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, da qual foi a primeira presidente. Pioneira no atendimento multidisciplinar a pacientes com diabetes (1972) ao qual se dedicou no HUPES por mais de dez anos. Dedicou-se também à geriatria e a gerontologia, das quais recebeu o título de especialista. Faleceu em 22 de dezembro de 2004, em Salvador/BA, com 79 anos.

ANTERO PALES CAROZO
Nasceu em 20 de dezembro de 1931, em Jequié/BA, filho de Moysés Carozo de Souza e Aurelina Pales Carozo. Formou-se pela Faculdade de Medicina da Bahia em 1º de janeiro de 1956. Após a formatura, transferiu-se para Sergipe, atuando como médico residente e clínico atuante do Hospital Santa Isabel. Foi um dos professores fundadores da Faculdade de Medicina de Sergipe, sendo seu professor de Fisiologia, ocupando ainda cargos de chefia na Universidade Federal de Sergipe. Foi conselheiro do CREMESE, médico do antigo Departamento de Canalização e Irrigação de Sergipe, ex-delegado regional do SAMDU, órgão do Serviço de Assistência Médica Domiciliar e de Urgência do Ministério do Trabalho, Indústria e Comércio. Foi Diretor-Presidente do Projeto Rondon em Sergipe. Faleceu em 27 de abril de 1993, em Jequié/BA, com 61 anos.

ANTÔNIO AGOSTINHO DA SILVA DALTRO
Nasceu em 25 de novembro de 1833, em Nossa Senhora do Socorro/SE, filho do Capitão Antônio Agostinho da Silva Daltro e Eugênia Maria da Silva Daltro. Formou-se pela Faculdade de Medicina da Bahia em 18 de dezembro de 1852. Após a formatura, retornou à Província, sendo contratado pela enfermaria militar do Hospital de São Cristóvão. Foi deputado provincial na legislatura 1854/1855. Em 2 de dezembro de 1860 foi nomeado 2º Tenente do Corpo de Saúde do Exército, sendo transferido para o Rio Grande do Sul. Serviu na guerra do Paraguai e em 1866 foi nomeado para o posto de Capitão. Recebeu o grau de Cavaleiro das Ordens de Cristo e da Rosa. Depois da guerra, foi nomeado Inspetor de Higiene da Gávea/RJ. Faleceu em 9 de novembro de 1888, no Rio de Janeiro/RJ, com 55 anos.

ANTÔNIO ALVES PEREIRA DA ROCHA
Nasceu em 24 de outubro de 1861, em Aracaju/SE, filho de Henrique Pereira da Rocha e Emília Alves Pereira da Rocha. Formou-se pela Faculdade de Medicina da Bahia, inicialmente em farmácia em 1880 e depois em medicina, em 17 de dezembro de 1898, defendendo a tese “Fisioterapia dos mercuriais”. Trabalhou como clínico-geral em Salvador/BA. Exerceu o cargo de Inspetor de Saúde Pública. Foi Intendente (Prefeito) de Salvador em 1907 e Conselheiro Municipal (Vereador) por duas legislaturas. Faleceu em 30 de novembro de 1942, em Salvador/BA, com 81 anos.

ANTONIO BERTRAND DE GOIS – Nasceu em 14 de março de 1944, em Ribeirópolis/SE, filho de Serapião Antonio de Góis e Florença Góis. Formou-se pela Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Pernambuco em 8 de dezembro de 1973, passando a atuar em Aracaju no ano seguinte, com inscrição 377 no Cremese em 20 de dezembro de 1974. Faleceu em Aracaju em 6 de outubro de 2010, sendo sepultado na cidade de Itabaiana/SE.


ANTÔNIO CABRAL MACHADO
Nasceu em 29 de julho de 1920, em Capela/SE, filho do médico Odilon Ferreira Machado e Maria Evangelina Cabral Machado. Formou-se pela Faculdade de Medicina da Bahia em 1945. Após a formatura tranferiu-se para Itabuna/BA , onde atuou como clínico e obstetra. Desenvolveu atividades na produção cacaueira e na pecuária com destaque naquela região. Permaneceu definitivamente em Itabuna até falecer em 22 de junho de 2009, com 88 anos.

ANTÔNIO CARLOS DE OLIVEIRA E SILVA
Nasceu em 5 de setembro de 1913 em Laranjeiras/SE, filho do médico Antônio Carlos de Oliveira e Silva e Maria Amélia Guimarães e Silva. Formou-se pela Faculdade de Medicina da Bahia em 1936. Após a formatura serviu como clínico geral nas cidades de Neópolis e Lagarto, transferindo-se depois para Laranjeiras atuando como pediatra no Centro de Pediatria Afrodízio Vidigal. Atuou na LBA, na Sudepe, no Inamps e na Usina Pinheiro. Faleceu em 1º de março de 1982, em Aracaju/SE, com 68 anos.

ANTÔNIO CARLOS DE OLIVEIRA E SILVA JÚNIOR
Nasceu em 5 de agosto de 1875, em Laranjeiras/SE, filho de Antônio Carlos de Oliveira e Silva e Maria da Santíssima Trindade de Oliveira e Silva. Formou-se pela Faculdade de Medicina da Bahia em 12 de abril de 1902, defendendo a tese “Fraturas transversaes da patela e seu tratamento”. Trabalhou como clínico-geral em Itaparica/BA, ocupando o cargo de Diretor de Higiene. Transferiu-se depois para Aracaju/SE, sendo contratado pelo Serviço de Profilaxia Rural em 1924. Foi médico do recém criado Departamento de Saúde Pública a partir de 1930 e inspetor de fiscalização de gêneros alimentícios. Faleceu em 6 de fevereiro de 1932, em Laranjeiras/SE, com 57 anos. Sepultado no Cemitério da Misericórdia, Laranjeiras/SE.

ANTÔNIO DIAS DE BARROS
Nasceu em 19 de dezembro de 1871, em Aracaju/SE, filho de Manuel Dias de Barros Júnior e Maria Prisciliana de Carvalho. Formou-se pela Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro em 9 de janeiro de 1895, defendendo a tese “Contribuição ao estudo psico-fisiológico do delírio”. Professor de bacteriologia, de anatomia microscópica e de anatomia e fisiologia do sistema nervoso da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro. Foi deputado federal por Sergipe de 1912 a 1914. Sócio-efetivo da Sociedade de Medicina e Cirurgia/RJ, sócio-honorário do IHG/SE, sócio-correspondente da Sociedade de Medicina de Santiago, no Chile, membro da Academia Nacional de Medicina, admitido em 7 de novembro de 1907. Colaborou para a “Revista Acadêmica” (BA), “Terra Livre” (RJ), “Annuario Medico”, “Revista da Sociedade de Medicina e Cirurgia” (RJ), “Jornal do Commercio” (RJ), “O Paiz”, “Correio Paulistano”, “O Estado de São Paulo”. Publicou vários escritos, tais como: “Da cromatólise” (1899), “Ensaio biográfico sobre o Prof. Francisco de Castro (1903), “A epilepsia de Bonaparte” (publicado no Jornal do Commercio, em 1909), “Os direitos do embrião” (1918), “O médico ante o problema do livre arbítrio (1919), “Como se deve compreender o radicalismo em política” (1907). É patrono da Academia Sergipana de Letras. Faleceu em 2 de fevereiro de 1928, no Rio de Janeiro/RJ, com 57 anos. Sepultado no Cemitério São João Batista, RJ-RJ.

ANTÔNIO DO REGO TRAVASSOS
Nasceu em 17 de fevereiro de 1859 em Japaratuba/SE, filho de Cassiano do Rego Travassos e Florinda Magdalena de Jesus Travassos. Formou-se pela Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro em 22 de dezembro de 1882, defendendo a tese “Da influência do curativo de Lister nas septicemias cirúrgicas”. Trabalhou como clínico-geral em Três Corações do Rio Verde e em Passos /MG, onde faleceu em junho de 1885, com 26 anos.

ANTONIO DOS SANTOS - nasceu em Maruim/SE, em 1 de fevereiro de 1960. Formou-se pela Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Federal de Sergipe em 1988. Clínico geral, atuou em Lagarto e Aracaju. Foi diretor da Sociedade Médica de Sergipe - Regional Lagarto. Faleceu em Aracaju em 1 de maio de 2010, sendo sepultado em Maruim/SE.

ANTÔNIO DOS SANTOS JACINTHO
Nasceu em 3 de maio de 1827, em Laranjeiras/SE, filho de João Antônio dos Santos Jacintho e Maria Benta. Formou-se pela Faculdade de Medicina da Bahia em 18 de dezembro de 1852, defendendo a tese escrita em latim “Ultra Vera, vitalis na orgânica doctrina?”. Colaborou para o jornal “Civilização”/MA. Trabalhou no Maranhão. Faleceu em 29 de janeiro de 1906, na fazenda Boa Fé/MA, com 79 anos.

ANTÔNIO FÁBIO DANTAS
Nasceu em 24 de janeiro de 1929, em Aracaju/SE, onde passou a infância e adolescência. Formou-se pela Faculdade de Medicina da Bahia em 1954, na mesma turma de Ewerton de Oliveira, Jacy Meirelles, Adelmar Reis e Ciro Tavares, todos sergipanos. Atuou profissionalmente em Itabuna onde fez carreira acadêmica e em 1980 transferiu-se para Salvador, onde passou a clinicar. Escritor, publicou o livro de contos “Caju, Cacau e Dendê”. Atualmente reside em Salvador.

ANTÔNIO FERNANDO DANTAS MAYNARD
Nasceu em 1º de maio de 1943, em Laranjeiras/SE, filho de Ulysses Maynard e Rachel Dantas Maynard. Foi repórter da Gazeta de Sergipe, taquígrafo da Câmara de Vereadores de Aracaju (por concurso) e professor de Biologia do Colégio Estadual de Sergipe. Formou-se em 1971 pela Faculdade de Medicina de Sergipe e fez residência em urologia em Curitiba/PA. Professor concursado da disciplina de Urologia da Universidade Federal de Sergipe, tendo sido aprovado em primeiro lugar, como também no concurso do INAMPS, em 1980. Em 1981, fez doutorado em Ribeirão Preto/SP. Realizou o primeiro transplante renal de Sergipe em 26 de outubro de 1985, no Hospital São Lucas. Foi o primeiro médico no Norte/Nordeste a realizar este tipo de cirurgia, realizando ao todo 23 transplantes. Foi presidente da Sociedade Brasileira de Urologia no Estado de Sergipe, Membro Fundador da Academia Sergipana de Medicina, Membro Titular da American Urological Association, com sede nos Estados Unidos e do Colégio Brasileiro de Cirurgiões. Ocupou também o cargo de Chefe do Departamento de Medicina da UFS. Diretor do Hospital Universitário e Superintendente Regional da LBA. Recebeu a Ordem do Mérito Parlamentar na Assembléia Legislativa, em 1996. Faleceu no dia 24 de março de 1998, em Aracaju/SE, vítima de um câncer linfático, com 55 anos. Sepultado no Cemitério Santa Isabel, Aju-SE.

ANTÔNIO FREIRE DE MATTOS BARRETTO
Nasceu em 5 de novembro de 1859 em Paris/França, filho de pais sergipanos: Antônio Freire de Mattos Barretto e Antônia Eugênia de Mattos Barretto e irmão do também médico Augusto Freire de Mattos Barreto. Formou-se pela Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro em 21 de dezembro de 1883, defendendo a tese “Conjuntivite purulenta do recém-nascido”. Especializou-se em oftalmologia. Clinicou em Maruim/SE, Recife/PE, Casa Branca/SP e Araraquara/SP, onde morou por 30 anos. Foi vereador e provedor da Santa Casa de Misericórdia de Casa Branca/SP, além de cafeicultor. É nome de praça em Casa Branca. Faleceu em 6 de outubro de 1918, em Araraquara/SP, com 59 anos.

ANTÔNIO GARCIA FILHO
Nasceu em 29 de maio de 1916 na cidade de Rosário do Catete/SE, sendo filho de Antonio Garcia Sobrinho e Antonia Menezes Garcia. Formou-se pela Faculdade de Medicina da Bahia, em 1941. Iniciou suas atividades como médico em Aracaju, transferindo-se depois para a cidade de Laranjeiras/SE. Retornou a Aracaju para ocupar uma posição de médico da Rede Ferroviária Leste Brasileiro. Trabalhou na imprensa tendo colaborado com diversos jornais e dirigido o Correio de Aracaju e a Gazeta Socialista. Foi membro do PSB, elegendo-se vereador por Aracaju, em 1947. Foi o primeiro Secretário de Educação, Cultura e Saúde de Sergipe no governo do seu irmão Luiz Garcia. Nesta oportunidade, junto com o jornalista Junot Silveira, fundou o Museu Histórico de Sergipe, localizado na cidade de São Cristóvão. Ainda idealizou e fundou o primeiro centro de reabilitação física de Sergipe, à época o terceiro do Brasil, ao qual chamou de Centro de Reabilitação “Ninota Garcia”. Fundou a Faculdade de Medicina de Sergipe, em 1961, sendo o seu primeiro diretor. Lecionou a disciplina de Bioquímica e, ao aposentar-se, recebeu da Universidade Federal de Sergipe, o título de Professor Emérito. Foi o primeiro Pró-Reitor de Extensão e Assuntos Comunitários desta Universidade e seu primeiro professor de Anestesiologia na Faculdade de Medicina. Foi professor de Nutrição da Faculdade Católica de Ciências Sociais. Foi membro da Academia Sergipana de Letras onde ocupou a Cadeira No. 1, cujo patrono foi o intelectual Tobias Barreto de Menezes. Além de poeta foi compositor de músicas. É o autor da letra do Hino do 28º Batalhão de Caçadores e do Hino da Cidade de Rosário do Catete e é dele também a letra e a música de “Aracaju, uma estrela”, vencedora do concurso público “Uma canção para Aracaju”, promovido pela Prefeitura Municipal de Aracaju na administração do prefeito Cleovansóstenes Pereira de Aguiar. Presidiu o Conselho Regional de Medicina de Sergipe - onde foi o segundo médico registrado neste Conselho e um dos seus fundadores. Foi também presidente da Sociedade Médica de Sergipe nos anos de 1961 e 1962, do Comitê da Aliança Francesa, da Liga Universitária Católica, do Lions Clube Atalaia, do Conselho Estadual de Cultura e da Academia Sergipana de Letras, onde fundou o MAC – Movimento de Apoio Cultural que, após a sua morte, passou a receber o seu nome. Foi um dos fundadores da Unimed Sergipe, da Sociedade de Anestesiologia do Estado de Sergipe e da Academia Sergipana de Medicina. Escreveu os livros “A Reabilitação em Sergipe” e “Um Pensamento na Praça”. Faleceu em 22 de junho de 1999, em Aracaju/SE, com 83 anos. Sepultado no Cemitério Santa Isabel, Aju-SE.

ANTÔNIO GARCIA ROSA
Nasceu em 15 de julho de 1843, em Japaratuba/SE, filho de Manuel Prudente de Jesus e Josephina Garcia Rosa. Formou-se pela Faculdade de Medicina da Bahia em 17 de dezembro de 1870, defendendo a tese “Clorose”. Especializou-se em oftalmologia. Trabalhou em Feira de Santana/BA e depois em Maruim/SE, até pouco tempo antes de falecer na mesma cidade, em 13 de junho de 1877, com 34 anos. Sepultado na capela do Cemitério de Japaratuba-SE.

ANTÔNIO HERMÍNIO AGUIAR
Nasceu em 10 de março de 1939, na Fazenda Brejinho, em Cedro de São João/SE, filho de Manoel Gomes de Aguiar e Maria Anita do Nascimento Aguiar. Formou-se pela Faculdade de Medicina da Bahia em dezembro de 1963, com 23 anos de idade. Teve o privilégio de ter como orientador de sua formação profissional o Dr. Fernando Freire de Carvalho Luz com quem trabalhou no Hospital Português da Bahia. Logo após a sua colação de grau, liderando uma equipe de colegas médicos, transferiu-se para o estado do Paraná, com o sonho de instalar um hospital numa de suas localidades carentes de assistência médica. Atuou nas áreas de clínica médica e cirurgia geral, iniciando seus passos profissionais em Nova Olímpia, vindo mais tarde a concretizar seu sonho na cidade de Tapira, onde construiu o Hospital Santo Antonio, que passou a prestar relevantes serviços aos moradores daquela localidade e de regiões circunvizinhas . Fundou o Asilo São Francisco. Trabalhou como médico pela Secretaria de Saúde Pública na cidade de Curitiba de 1971 a 1975. Pertenceu ao Lions Clube. Exerceu suas atividades com humanismo e dedicação em Cidade Gaúcha, também no Paraná. Faleceu em 30 de novembro de 1975, em Aracaju, sendo sepultado na cidade de São Francisco/SE, com 36 anos.

ANTÔNIO JOSÉ GUEDES (TONICO)
Nasceu em 7 de novembro de 1943, em Aracaju/SE, filho de Benedicto de Oliveira Guedes e Ledina Gentile Guedes. Formou-se pela Faculdade de Medicina de Pernambuco em 7 de dezembro de 1968. Ainda como estudante de Medicina trabalhou como auxiliar de datiloscopia no Ministério do Trabalho. Após a formatura, seguiu para São Paulo onde fez Residência Médica em ortopedia e traumatologia no Hospital das Clínicas da USP. Ao regressar a Aracaju, ao lado dos médicos José Olino Lima e Adelino Carvalho Neto, fundou a primeira clínica de ortopedia e traumatologia de Sergipe, a CATOP – Clínica de Acidentados, em 16 de maio de 1970. Em 1976, fez a primeira cirurgia de osteossíntese em Sergipe, após fazer curso de aprimoramento em técnicas cirúrgicas em São Paulo. Atuou como médico perito do INSS de 1970 a 1994. Faleceu em 14 de dezembro de 2002, em Aracaju/SE, com 59 anos de idade, de câncer de pulmão. Sepultado no Cemitério Santa Isabel, Aju/SE.

ANTÔNIO MILITÃO DE BRAGANÇA
Nasceu em 31 de julho de 1860 em Laranjeiras/SE, filho de Dr. Francisco Alberto de Bragança e Possidônia Maria de Santa Cruz Bragança. Formou-se pela Faculdade de Medicina da Bahia em 15 de dezembro de 1883, defendendo a tese “Paralisias Consecutivas às Moléstias Agudas”. Recém formado, transferiu-se para o Rio de Janeiro por breve espaço de tempo e voltou para Laranjeiras onde montou consultório na Rua Direita. Informado da inexistência de médico em Pão de Açúcar/AL, transferiu-se para esta cidade ribeirinha, onde permaneceu por sete anos. Em 1892 regressou a Laranjeiras. Em 1898 foi Delegado de Higiene em Laranjeiras. Participou em 1910 da fundação da Sociedade de Medicina de Sergipe. Em 1911, atuou com destaque no violento surto de varíola que atingiu Laranjeiras, que quase a despovoou, tal o número dos que fugiram para a Capital, a este tempo melhorada em seus aspectos sanitários e com maiores recursos de atendimento. Escreveu “A Varíola em Laranjeiras”, trabalho muito rico em detalhes clínicos, epidemiológicos e profiláticos. Urbanizou, com recursos próprios, a primeira praça de Laranjeiras, que recebeu o nome de Dona Possidônia Santa Cruz. Praticou também a oftalmologia e dele se conta, sem comprovação, que teria secretamente prestado atendimento médico a Virgulino Ferreira da Silva, vulgo Lampião, retirando-lhe de um dos olhos um graveto que lhe havia penetrado acidentalmente. Progressista e inovador incluiu-se entre os primeiros a importar gado indiano e introduzi-lo nos rebanhos sergipanos. Compositor, compôs, entre outras: “Saudades de Philomena” (mazurca), “Minha simpatia” (valsa), “Idealizando” (mazurca). É patrono da cadeira dois da Academia Sergipana de Medicina. Faleceu em 27 de março de 1949, em Aracaju/SE, com 89 anos.

ANTÔNIO PANCRÁCIO DE LIMA VASCONCELLOS
Nasceu em fevereiro de 1820 em Capela/SE, filho de Antônio Pereira de Lima Vasconcellos e Maria Rosa Alves de Vasconcellos. Formou-se pela Faculdade de Medicina da Bahia em 18 de dezembro de 1851, defendendo a tese “De morbis gravidarum et de difficultate partus, aphorism”. Foi nomeado 2º Cirurgião do Corpo de Saúde da Armada em 20 de março de 1852. Militar, atuou na Guerra do Paraguai de 1865 a 1868. Faleceu em 6 de fevereiro de 1890, no Rio de Janeiro/RJ, com 70 anos.

ANTÔNIO ROBERTO DE FIGUEIREDO
Nasceu em 26 de julho de 1952 na cidade do Rio de Janeiro, filho de Enock de Figueiredo e Olivia Brito de Figueiredo. Formou-se pela Faculdade de Medicina de Valença/RJ em 13 de dezembro de 1978. Transferiu-se para Aracaju em maio de 1982, onde atuou como anestesista nos hospitais Renascença e São Lucas. Fundou a Cooperativa dos Anestesistas do Estado de Sergipe, da qual foi o primeiro presidente. Presidiu também a SAESE – Sociedade Sergipana de Anestesiologia. Vice-presidente da Sociedade Médica de Sergipe (1993-1995). Foi membro da Comissão Estadual de Honorários Médicos representando a Associação Médica Brasileira. Faleceu em 10 de dezembro de 2007, em Aracaju/SE, com 55 anos. Sepultado no Cemitério Colina da Saudade, Aju-SE.

ANTÔNIO RODRIGUES DE SOUSA BRANDÃO
Nasceu em 27 de julho de 1831, em São Cristóvão/SE, filho de José Domingues de Sousa Brandão e Anna do Sacramento. Formou-se pela Faculdade de Medicina da Bahia em 12 de dezembro de 1856, defendendo a tese “Influência da qualidade da alimentação sobre a saúde”. Atuou como obstetra no Rio de Janeiro, Espírito Santo, Laranjeiras/SE e Aracaju/SE, no Hospital de Caridade. Foi agraciado com a condecoração da Ordem de Cristo pelo Governo Imperial. Escreveu para o “Eccho Liberal” (1884). Foi deputado estadual no período de 1880 a 1881 em Sergipe e no Espírito Santo, de 1866 a 1887. Faleceu em 3 de abril de 1903, em Aracaju/SE, com 72 anos.

ANTÔNIO SERAFIM DE ALMEIDA VIEIRA
Nasceu em 17 de novembro de 1839 no Engenho Quiti, em Capela/SE, filho do tenente Guilherme José Vieira e Carlota Rosa do Amor Divino Vieira e irmão do médico Joaquim Manoel de Almeida Vieira. Formou-se pela Faculdade de Medicina da Bahia, inicialmente em farmácia em 1856 e em medicina em 30 de novembro de 1867, defendendo a tese “Afecções carbunculosas”. Trabalhou como clínico-geral nas cidades sergipanas de Capela, Propriá e em Divina Pastora, onde foi o primeiro intendente após a proclamação da República, tendo exercido outros cargos como o de juiz municipal suplente, delegado de higiene, todos na mesma localidade. Escreveu “Varíola e Vacina”, em trabalho publicado no Rio de Janeiro, em 1878. Faleceu em 27 de março de 1913, em Divina Pastora/SE, com 74 anos. Sepultado no Cemitério São Benedito, Divina Pastora-SE.

APRÍGIO ANTERO DA COSTA ANDRADE
Nasceu em 3 de dezembro de 1852, em Simão Dias/SE, filho de Antônio da Costa Andrade (padre) e Manuela Martinha Fontes. Formou-se pela Faculdade de Medicina da Bahia em novembro de 1880, defendendo a tese “Hemorragias puerperais”. Militar. Faleceu em 7 de janeiro de 1892, em Terezina-PI, com 40 anos.

ARCHIMEDES FERRÃO MARQUES
Nasceu em 2 de julho de 1892, em Salvador/BA, filho de Ernesto dos Santos Marques e Ana Ferrão Moniz Marques. Formou-se pela Faculdade de Medicina da Bahia em 1917, defendendo a tese “Raspagem Uterina”. Iniciou suas atividades médicas em 1918, combatendo a epidemia de varíola que grassava em todo o interior da Bahia, sendo em razão disso nomeado Inspetor Sanitário do 10º Distrito da Bahia e membro da Comissão Sanitária Federal de Combate à Febre Amarela. Em seguida, ainda em Salvador, foi transferido para o serviço de Saneamento Rural, onde fez carreira como médico, subinspetor, inspetor e chefe de distrito e zona até dezembro de 1930. Nomeado Sanitarista do Ministério da Saúde, atuou na Delegacia Federal de Saúde da 5ª Região da Bahia. Transferiu-se para Recife, onde atuou na Delegacia Federal de Saúde e Inspetoria de Saúde dos Portos, durante a 2ª Guerra Mundial. Em 1945 é designado para a Delegacia de Saúde da 6ª Região, em Aracaju. Teve atuação político partidária pelo PSP – Partido Social Progressista, liderado por Maynard Gomes, do qual era grande amigo, sendo candidato a deputado federal nas eleições de 1950, de 1954 e de 1958, não obtendo êxito. Cumulativamente exerceu o cargo de médico da Caixa de Aposentadorias e Pensões da Leste Brasileira. Atuou como clínico e obstetra. Faleceu em 17 de março de 1968, em Salvador/BA, com 76 anos.

ARIOSVALDO MENESES SANTOS (ARI)
Nasceu em 9 de fevereiro de 1951, em Ribeirópolis/SE, filho de Antonio Sebastião Santos e Maria Belanisa Santos. Formou-se pela Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Federal de Sergipe em 5 de agosto de 1981. Especializou-se em clínica geral e medicina do trabalho. Atuou como clínico no Centro de Hemoterapia de Sergipe – HEMOSE, no IPES e nas fábricas Alpargatas e Vila Romana, como médico do trabalho. Faleceu em 18 de dezembro de 1993, em Aracaju-SE, com 42 anos de idade. Sepultado no Cemitério Santa Isabel, Aju-SE.

ARIOVALDO VIEIRA MACHADO
Nasceu em 20 de março de 1914, em Capela/SE, filho de Alfredo Vieira Machado e Maria das Dores Machado. Formou-se pela Faculdade de Medicina da Bahia em 1938. Especializou-se em dermatologia. Atuou no Hospital Santa Isabel e manteve consultório na Rua Laranjeiras, 224, em Aracaju. Faleceu em 6 de fevereiro de 1977, em Aracaju-SE, com 62 anos.

ARISTIDES JOSÉ DE SOUZA
Nasceu em 21 de abril de 1865, em Itabaianinha/SE, filho do Coronel Antônio Emygdio de Sousa e Umbelina Francisca de Sousa. Estudou no Parthenon Sergipense, do Dr. Ascendino Ângelo dos Reis. Formou-se pela Faculdade de Medicina da Bahia em dezembro de 1892, defendendo a tese “Cancro do estômago”. Retornou a Itabaianinha, onde contraiu uma grave moléstia. Faleceu precocemente, com apenas dois anos de formado, em 19 de agosto de 1894, em Patamuté-BA, com 29 anos.

ARISTIDES DA SILVEIRA FONTES
Nasceu em 26 de março de 1881, em Aracaju/SE, filho de Aristides da Silveira Fontes e Margarida da Silveira Fontes. Formou-se pela Faculdade de Medicina da Bahia em 14 de dezembro de 1904, defendendo a tese “Das fobias”. Deputado estadual em duas legislaturas: 1906-1907 e 1910-1911. Foi professor e diretor do Colégio Atheneu, de 1916 a 1920 e médico do Hospital Santa Isabel em Aracaju de 1906 a 1908. Atuou no Serviço de Verificação de Óbitos. Faleceu em 29 de dezembro de 1954, em Aracaju/SE, com 73 anos. Sepultado no Cemitério Santa Isabel, Aju-SE.

ARISTÓTELES AUGUSTO DA SILVA
Nasceu em 12 de maio de 1928, em Jequié/BA, filho de Antonio Augusto da Silva e Clotildes Barreto da Silva. Formou-se pela Faculdade de Medicina da Bahia em 1955. Atuou como ginecologista e obstetra de grande clientela no Hospital Santa Isabel e na Clínica Santa Lúcia. Denomina o Centro de Especialidades da Prefeitura de Aracaju – CEMAR. Faleceu em 28 de maio de 1990, em Aracaju-SE, com 62 anos. Sepultado no Cemitério Santa Isabel, Aju/SE.

ARMANDO DOMINGUES DA SILVA
Nasceu em 20 de maio de 1912, no município de Entre-Rios/BA, filho de Oscar Domingues da Silva e Perolina Veloso Batista da Silva. Formou-se em 1935 pela Faculdade de Medicina da Bahia, com 23 anos. Iniciou suas atividades médicas em Itabaiana/SE. Transferindo-se para Aracaju foi trabalhar no Hospital Colônia, sendo um dos pioneiros da psiquiatria em Sergipe. Em seguida atuou como clínico. Humanista, teve militância política no Partido Comunista. Com a queda do Estado Novo foi eleito deputado estadual obtendo consagradora votação. Destacou-se como orador popular e tribuno brilhante na Assembléia Legislativa, sendo admirado e respeitado até pelos seus adversários. Foi um dos líderes do histórico comício realizado em frente ao Cinema Rio Branco onde foi assassinado o ativista Anízio Dário pela forças da reação. Nas lides políticas, participou de todos os grandes movimentos nacionais, pela entrada do Brasil na Segunda Guerra Mundial contra as potencias do eixo, da campanha “O Petróleo é nosso” e do movimento pela anistia a Luiz Carlos Prestes. Teve seu mandato cassado no governo Dutra, sendo demitido de todos os empregos que tinha em Sergipe. Retornou à Bahia, onde atuou na Fundação Gonçalo Muniz, em Salvador e comandou o Laboratório de Análises Clínicas da Maternidade Tsylla Balbino até se aposentar em 1982 pela compulsória. Atuou como perito do INSS e manteve com a filha, Maria Lúcia, um laboratório de análises clínicas. Foi vice-presidente da Associação Baiana de Medicina. Denomina, desde 2008, um conjunto residencial em Aracaju. Faleceu em 12 de dezembro de 1992, em Salvador/BA, com 80 anos.

ARNALDO JOSÉ FALCÃO
Nasceu em 19 de novembro de 1908 em Salvador/BA, filho de Argemiro José Falcão e Emília Valverde Falcão. Formou-se pela Faculdade de Medicina da Bahia em 5 de dezembro de 1936. Atuou como ginecologista. Pai dos médicos Antonio Pita Falcão e Aílton Pita Falcão. Faleceu em 2 de dezembro de 1977, em Aracaju-SE, com 79 anos.

ARTHUR SIMEÃO DA MOTTA
Nasceu em 19 de setembro de 1879, em Aracaju/SE, filho do farmacêutico Simeão da Motta Rabelo e Eudóxia Soledade Motta. Depois de ter concluído o curso de preparatórios no Ateneu Sergipense, seguiu para a Bahia, formando-se em farmácia em 1889, pela Faculdade de Medicina da Bahia. No ano seguinte foi nomeado farmacêutico adjunto do Exército, designado para servir em Guaraí, no Rio Grande do Sul, onde permaneceu até 1902, quando foi nomeado encarregado da farmácia militar de Santana do Livramento e posteriormente das de São Gabriel e de Porto Alegre. Durante o tempo de residência nessa última cidade, formou-se médico pela Escola Livre de Medicina em 1904, fazendo parte da primeira turma de médicos formados naquele instituto científico do Estado. Nomeado, por decreto de 14 de abril de 1905, médico adjunto do corpo de saúde do Exército e um ano depois médico de 5ª classe, por decreto de 14 de março de 1906, com exercício na guarnição de Pernambuco. Faleceu em 5 de julho de 1906, no Rio de Janeiro-RJ, com 26 anos.

ASCENDINO ÂNGELO DOS REIS
Nasceu em 20 de abril de 1852 em Divina Pastora/SE, filho de João Francisco dos Reis e Dona Rosa Florinda do Amor Divino. Formou-se pela Faculdade de Medicina da Bahia em 1874, defendendo a tese “Diagnóstico diferencial das moléstias do coração”. Foi nomeado 2º Tenente do Corpo de Saúde do Exército em 1875, sendo designado para a guarnição de Sergipe, aí permanecendo até 1885. Em seu regresso para Sergipe, ocupou os cargos de lente de inglês e história do Atheneu Sergipense, diretor do Parthenon Sergipense, professor de história da Escola Normal e médico gratuito do Asilo Nossa Senhora da Pureza. A partir de 1886 transferiu-se para São Paulo, bacharelando-se em direito em 25 de novembro de 1889. Reformado como Major em 1899, continuou suas atividades como professor até 1907. Logo após a fundação da Faculdade de Medicina de São Paulo, foi nomeado lente catedrático de Farmacologia e Matéria Médica. É patrono da cadeira 17 da Academia Sergipana de Letras. Faleceu em 16 de setembro de 1926, em São Paulo/SP, com 74 anos.

AUGUSTO CEZAR LEITE
Nasceu em 30 de julho de 1886 em Riachuelo/SE, filho de Francisco Rabello Leite e Maria Virgínia Accioly Leite e irmão do médico Sílvio César Leite. Graduou-se em Medicina no Rio de Janeiro em 2 de janeiro de 1909, defendendo a tese “Da contra-indicação renal do emprego do salicilato de sódio”. Voltou para Sergipe onde iniciou suas atividades em Capela, Maruim e Riachuelo, transferindo-se depois para Aracaju onde, no Hospital Santa Isabel, fez a primeira laparotomia em Sergipe, em 1914. Em 1916, assumiu a cadeira de professor catedrático de Higiene Geral e História Natural do Colégio Atheneu Sergipense e a partir de 1918 a cadeira de História Natural do Seminário Diocesano de Aracaju. No biênio 1917-1919 foi eleito membro do Conselho Municipal de Aracaju. Em 1922, conseguiu junto ao governador Graccho Cardoso, a promessa da construção de um novo hospital, que foi inaugurado 4 anos após: o Hospital de Cirurgia. Foi Diretor da Escola de Aprendizes Artífices de Sergipe, precursora da Escola Técnica Federal. Fundou a primeira maternidade de Sergipe – “Francino Melo” em 1930 e o primeiro hospital infantil em 1937, a Escola de Enfermagem e a Casa Maternal Amélia Leite. Tribuno brilhante e político habilidoso, foi um dos fundadores e principais artífices do partido União Republicana em Sergipe. Foi senador da República e Constituinte de 1934. Abandonou a política partidária em 1937, desgostoso com o Estado Novo. Recebeu do Vaticano a Comenda de São Silvestre, do Vaticano por sua atuação médico-social. Primeiro presidente da Somese (1937-1948). Pai do médico Osvaldo Leite. É patrono da cadeira três da Academia Sergipana de Medicina. Faleceu em 9 de fevereiro de 1978, em Aracaju/SE, com 91 anos. Sepultado no Cemitério Santa Isabel, Aju-SE.

AUGUSTO CÉSAR MACIEIRA ANDRADE
Nasceu em 3 de maio de 1954 em Aracaju/SE, filho de Walter de Araújo Andrade e Altair de Siqueira Macieira. Formou-se pela Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Federal de Sergipe em 1980, atuando como médico por pouco tempo preferindo seguir a carreira de ator. No Rio de Janeiro, trabalhou na TV Globo (onde atuou no programa Sítio do Pica-Pau Amarelo, em diversas novelas e em programas especiais da emissora), TV Manchete e TVE/Rio. De volta a Aracaju, foi diretor dos teatros Tobias Barreto e Atheneu. Produziu e apresentou o programa “Palavrear”, juntamente com a professora Lilian Rocha, na TV Aperipê. Faleceu em 13 de junho de 2007, em Aracaju/SE, com 53 anos. Sepultado no Cemitério Santa Isabel, Aju-SE.

AUGUSTO DO PRADO FRANCO
Nasceu em 4 de setembro de 1912, em Laranjeiras/SE, no povoado Pinheiro, filho do coronel Albano do Prado Pimentel Franco e de Adélia do Prado Franco. Passou parte da infância entre a casa grande da usina e o Colégio Salesiano, em Aracaju. Depois foi estudar no Colégio Antonio Vieira, dos jesuítas, em Salvador, na Bahia, de onde saiu para fazer o curso médico, na Faculdade de Medicina da Bahia, graduando-se na turma de 1937. Especializou-se em Otorrinolaringologia em 1938, no Hospital São Francisco Xavier, no Rio de Janeiro. Voltando a Sergipe no final de 1938, preparou seu consultório, comprou equipamentos, mas não chegou a atender como médico. Foi empresário de destaque em Sergipe, deputado federal por dois mandatos (1967-1971, 1983-1987), senador (1971-1979), governador de Sergipe (1979-1983). Faleceu em 15 de dezembro de 2003, em Aju/SE com 91 anos. Sepultado no Cemitério Santa Isabel, Aju/SE.

AUGUSTO FREIRE DE MATOS BARRETO

Nasceu em 13 de junho de 1962, em Laranjeiras/SE, filho de Antônio Freire de Mattos Barreto e Antônia Eugênia de Mattos Barreto, irmão do doutor Antônio Freire de Mattos Barreto. Formou-se pela Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro em dezembro de 1983, defendendo a tese ''Impaludismo na infância''. Trabalhou como obstetra e clínico geral em Capivari e Mococa/SP. Vereador e deputado estadual por São Paulo. Fundou o jornal '' A Mococa''. Faleceu em 03 de novembro de 1925 em São Paulo/SP, aos 63 anos. Sepultado no Cemitério da Consolação, em São Paulo/SP.

AURÉLIO DE MELLO REZENDE

Nasceu em 12 de novembro de 1861 em Itaporanga/SE, filho do médico Manoel Simões de Mello e Maria Jezoina de Rezende e irmão do médico Virgílio de Mello Rezende. Formou-se pela Faculdade de Medicina da Bahia em 07 de dezembro de 1889, defendendo a tese '' Considerações a cerca da distocia fetal'', atuou em Itaporanga/SE chegando a ser prefeito da cidade. Colega de turma de Helvécio de Andrade. Faleceu em 10 de outubro de 1913 em Aracaju/SE com 52 anos. Sepultado na capela do Engenho Dira, em Itaporanga/SE.

AUSTECLINO ROCHA FILHO
Nasceu em 30 de abril de 1916 em Simão Dias/SE, filho de Austeclino Silveira Rocha e Laura Ribeiro Rocha. Formou-se pela Faculdade de Medicina da Bahia em 1941. Atuou como clínico geral e cirurgião em Itabaiana/SE, tendo sido diretor do Hospital Rodrigues Dória. Atuou ainda em São Cristóvão e Aracaju, no Hospital Santa Isabel. Doou todo o seu material médico-cirúrgico adquirido na Itália ao Hospital de Laranjeiras. Faleceu em 29 de maio de 1987 em Aracaju/SE com 71 anos. Sepultado no Cemitério Santa Isabel, Aju/SE.

AYRTON MILLET
Nasceu em 1º de agosto de 1928, em Salvador/BA, filho de Ladislau Estevam Millet e Judithe Tavares Millet. Formou-se pela Faculdade de Medicina da Bahia em 2 de dezembro de 1955. Atuou como clínico  e dermatologista na cidade de Itabaiana/SE. Faleceu em 1o de maio de 2011, com 82 anos, em Aracaju.

 

 

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